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A Despensa

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Pesquisar na colmeia

 


Abelhinha vê, abelhinha faz...

Sábado, 23.05.15

Um dos aspectos mais fixes da culinária é que permite criar um laço intergeracional. As típicas receitas da avó, que por sua vez  aprenceu a cozinhar com a avó são autênticos pequenos tesouros de família. Além disso, os momentos em que essa aprendizagem se dão são tão imperceptíveis quanto aprender a andar. Lembro-me de marcos, em que aprendi a fazer certos pratos, é claro, mas há coisas que são para mim hoje tão naturais que já nem me lembro de quando foram assimiladas.

Como a quantidade ideal de sal, ou quantos dentes de alho devo adicionar ao tempero da carne... 

Mas este post é, sobretudo, acerca dos marcos: aqueles momentos em que me disseram "hoje vais aprender a fazer isto", ou quando eu mesma pedi que me ensinassem.

Há coisa de umas semanas, pedi à minha mãe que me ensinasse e às minhas amigas como se faz massa de pão/pizza. Já tinha acompanhado o processo várias vezes, mas queria uma sessão mesmo de "isto é assim, porque..." e de "se fizerem assim, o resultado será aquele...".

Portanto, deixo aqui o relato fotográfico desta experiência:

  1. Preparação e mistura dos ingredientes:

mixing.jpg

 

2. Um sorriso para a câmara

tarefas.jpg

 (Desculpem pela foto desfocada).

3. De seguida foi o momento de preparar os pães ^_^

pão de queijo.jpg

4. O resultado final: pão de queijo

pao  de queijo.jpg

 

pão de queijo - detalhe.jpg

 

5. O resultado final: Pão de Chouriço:

pão de chouriço.jpg

6. Caras felizes e uma excelente tarde entre amigas:

friends and breads.jpg

 Special thanks to: as minhas abelhinhas e a minha Abelha Rainha <3 .

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por Psaharah às 16:38

Celebrando a Primavera

Sábado, 11.04.15

Depois dos cupcakes de limão, e ainda no espírito da nova estação, resolvi experimentar uma receita de biscoitos de açúcarque me pareceu super simples (afinal, ninguém quer muito trabalho no fim-de-semana da Páscoa, certo?).

Segui a receita de uma das minhas youtubers favoritas. No entanto, desta vez queria fazer algo diferente e arriscar na decoração. Sendo que a minha última experiência com cookies decorados tinha sido há dois anos, no natal de 2013, quando resolvi fazer três gingerbread houses.

Por ser na Páscoa, fiz biscoitos em forma de ovo. Tive que utilizar um template em papel e cortar com uma faca afiada, porque, infelizmente, ainda não tenho um cortador nessa forma.

Podem ver o resultado:

cookies pascoa.png

A decoração não ficou exactamente como o modelo que fui seguindo, como podem ver, mas:

transferir (1).jpg :)

 

A experiência foi excelente, porque ajudou-me a aprender a medir a quantidade de glacé real necessária para um projecto do género, bem como o tempo que demora a ter tudo pronto.

Decidi que, para a próxima vez, escolho um design mais simples, para ir treinando, até conseguir fazer coisas mais elaboradas.

No fim, eu e a minha mãe acabámos por nos divertir imenso, "decorando" o bolo que a minha tia fez para a Páscoa, com o que sobrou do glacé real:

01ff41ff7c5c9383d38de3873af31219741e8ab3cc.jpg

 

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por Psaharah às 21:06

Se a vida te der limões... faz cupcakes :)

Domingo, 22.03.15

Para comemorar a chegada da Primavera, decidi fazer alguma coisa com sabor leve e fresco. Lembrei-me, portanto, do limão, sendo um dos sabores mais frescos que conheço.

Visto que também queria fazer algo colorido (afinal, era Primavera), optei por fazer cupcakes, o que me permitia as duas coisas.

Escolhi uma receita de bolo de limão, que tinha saído um desastre na minha primeira tentativa há uns meses (um conselho, nunca acreditem nas farinhas que supostamente vêm já com fermento), para uma redenção.

Eis o resultado:

20150321_181339.jpg

 Com o azul, quis representar o céu de Primavera, quase sempre sem nuvens, vivo. As missangas dão o toque festivo e o colorido primaveril que procurava. :)

NOTAS: 

- para assar os cupcakes, utilizei forminhas individuais, de silicone, que encontrei a um preço sensacional. Em breve publicarei uma review.

- penso que da próxima vez que voltar a fazer esta receita, diminuo a quantidade de açúcar, para tentar atingir um nível ideal de doce.

E é tudo. Agora já sabem o que fazer da próxima vez que a vida vos der limões. ;)

  

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por Psaharah às 19:20

O Brownie e o Cookie decidem ter um filho...

Domingo, 15.03.15

Sim, leram bem: imaginem um filho entre o brownie e um cookie. Pois, foi o resultado da receita de biscoitos de chocolates que tentei experimentar há coisa de duas semanas.

Da última vez que tinha feito biscoitos (Natal de 2013!), usei uma receita de gingerbread e foi a minha primeira tentativa, pelo que devem imaginar que cometi alguns erros de principiante. No entanto, depois de pesquisar alguns truques (oh a santa internet!), decidi experimentar novamente, mas não me apetecia fazer gingerbread novamente (afinal é um sabor natalício e, pelo amor de deus, já estávamos em Janeiro). A formiguinha em mim pedia - exigia - chocolate e lá fui eu, obediente, pesquisar receitas.

Encontrei huma no site da Martha Stewart e pareceu-me interessante o suficiente. Decidi experimentar e funcionou lindamente. 

O resultado:

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Casam prefeitamente com um copo de leite e o sabor é exactamente como tinha dito no início: um filho entre o brwonie e o cookie - o sabor intenso a chocolate, do brownie e a textura crocante dos cookies.

Por mim, fazia esta receita todos os dias :P

 

 

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por Psaharah às 12:08

Os Sabores da Colmeia: Chá de Ginseng

Segunda-feira, 12.01.15

Poucas infusões foram para mim uma experiência tão agradável e surpreendente quanto a de Ginseng.

 

Beber este chá é uma aventura que começa pelo olfacto: ao entrar em contacto com a água quente, o Ginseng espalha o seu perfume característico, suave, refrescante e, ao mesmo tempo, aconchegante.

 

À temperatura ideal, com ou sem açúcar, é uma bebida excelente para terminar o dia, naqueles momentos em que estamos no sofá, debaixo de uma mantinha quente.

 

 

O Ginseng é uma erva proveniente da China e outras regiões orientais (embora também tenha sido utilizada pelos índios da América do Norte), e tem vindo a ser utilizada há mais de 7000 anos. Muito se fala nas suas propriedades medicinais, hoje cada vez mais, um pouco por todo o mundo, desde o rejuvenescimento, às suas propriedades benéficas a partes específicas do corpo.

 

De qualquer forma, trata-se de um sabor que vale a pena experimentar, dadas as suas múltiplas facetas, ora a lembrar a hortelã, ora com um travo amargo, ora picante como o gengibre.

 

Curiosidades:

- diz-se que a palavra “Ginseng” singnifica “a maravilha do mundo”;

- o seu nome científico “Panax” deriva do grego “Panacea”, que significa “cura tudo”;

- o nome que a tribo dos índios Chippewa dava à planta significa “raiz do homem”, pois a raiz tinha uma forma que lembrava o corpo humano. 

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por Psaharah às 22:24

Cheira a Pão Quente (Pt. 2)

Sexta-feira, 02.01.15

Depois da pequena decepção que foi a primeira tentativa para azer o pão, lá fui eu ao Pingo Doce comrpar o fermento (e, que sorte a minha, estava em promoção!). a princípio, desconfiei do que vi quando abri a lata. Aquele pózinho branco em nada parecia com o fermento granulado de cor cinzenta que sempre vi as pessoas usarem nas massas de pão, mas, com a garantia da minha prima (mais habituada do que eu em fazer pão) de que funcionaria, lá repeti todo o processo de acrescentar o ingrediente novo.

 

Resolvi, desta vez, não criar muitas expectativas.

 

Desta vez, deixei a massa descansar e levedar directamente na forma e tive o cuidado de pré-aquecer o forno.

 

Meia hora depois, o cheirinho bom de pão a assar espalhava-se pela casa. O pão estava pronto e, desta vez, com boa cor e bom tamanho (as quantidades utilizadas foram as mesmas que as do dia anterior).

 

Após ter arrefecido, cortar as fatias foi muito mais fácil e, acompanhado de creme de queijo Philadelphia e dividido entre amigos, foi um manjar.

 

No dia seguinte, utilizei a farinha restante, à qual adicionei farinha de trigo para fazer render a massa.

 

Posso dizer que à terceira foi a vez e acho que as fotos podem falar por mim.


 

 

Desta experiência, ficará para sempre o lembrete da importância do fermento e do forno pré-aquecido. Resta-me apenas conseguir com que a base não fique queimada. As próximas tentativas dirão.

 

Com muito orgulho, desenformei o pão e servi o jantar. Tal como nos dias anteriores, com queijo Philadelphia e chá de camomila.

 

 

 

 

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por Psaharah às 13:01

Cheira a Pão Quente (Pt. 1)

Quinta-feira, 01.01.15

Existe coisa melhor que que o cheirinho a pão acabado de fazer a espalhar-se pela casa? Com este pensamento em mente, resolvi, certo dia, desvendar os mistérios do pão. E, se querem que o diga, não são poucos.

 

Tudo começa na escolha da farinha. Para uma primeira tentativa, escolhi a farinha para pão de brioche do Continente, à qual deve-se acrescentar apenas água e óleo vegeta, (pelo menos segundo as instruções da embalagem). Guiando-me pela lógica das farinhas de bolo com as mesmas instruções, não me preocupei com mais nada. Afinal, se seguisse tudo à risca, o que poderia correr mal?

 

Chegando a casa, preparei tudo para começar. Decidi fazer apenas metade da receita, em nome da primeira vez, de modo a fazer correcções nas tentativas seguintes. Misturados os ingredientes e amassada a massa, deixei-a a repousar durante o tempo indicado.

 

Escusado será dizer que, durante esse tempo, a expectativa apenas cresce à medida que os minutos vão passando. Na minha imaginação, iria encontrar uma bola de massa com duas vezes o tamanho original, fofa, pronta para a forma.. Tic tac, tic tac, passados os 60 minutos, lá fui eu toda contente destapar a tigela, apenas para encontrar uma bola com exactamente o mesmo tamanho...

 

É claro! faltou o femenrto... estúpidas instruções. Mas, como não vale chorar pelo leite derramado, aqueci o forno e coloquei dentro a forma, ainda com a esperançazinha  de que poderia crescer durante a assadura, mas em vão. Em massa onde não há fermento, não há crescimento. Portanto, tive que me contentar com um pseudo-pão de forma leigeiramente maior do que uma carcaça e ligeiramente queimada na base.

 

 

Dando graças aos céus por não ter utilizado toda a farinha, lá fui cortando pequenas fatias, lutando para não se desfazerem por ainda estarem quentes e anotando mentalmente o que corrigir no dia seguinte. Apesar disso, o sabor lá estava e, se acham que o pão de brioche dos supermercados sabe bem, imaginem o caseiro, saido do forno, com a manteira a derreter-se toda...

 

Perfeitamente acompanhadp de uma chávena de chá de camomila.

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por Psaharah às 15:20

Uma Abelha Atarefada

Terça-feira, 30.12.14

Ano novo, aventura nova!

 

Tal como as abelhas voam atarefadas de flor em flor, decidi embarcar numa aventura tão doce quanto o mel produzido por elas: uma aventura culinária e, que momento melhor do que o ano novo?

 

Partilhar a experiência pessoal faz parte do aprendizado. Este será um espaço aberto à partilha de experiências, sugestões, receitas, etc. Um espaço comum de sabor, no qual todos são bem-vindos.

 

Portanto, deixo aqui o convite a todos os que se interessam pelo mundo mágico do açúcar e do chocolate, para embarcarem comigo numa viagem para todos os sentidos: do pão quente ao cupcake colorido.

 

Por agora, sejam bem-vindos à Colmeia. :)

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por Psaharah às 22:06







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