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Os Sabores da Colmeia: Chá de Ginseng

Segunda-feira, 12.01.15

Poucas infusões foram para mim uma experiência tão agradável e surpreendente quanto a de Ginseng.

 

Beber este chá é uma aventura que começa pelo olfacto: ao entrar em contacto com a água quente, o Ginseng espalha o seu perfume característico, suave, refrescante e, ao mesmo tempo, aconchegante.

 

À temperatura ideal, com ou sem açúcar, é uma bebida excelente para terminar o dia, naqueles momentos em que estamos no sofá, debaixo de uma mantinha quente.

 

 

O Ginseng é uma erva proveniente da China e outras regiões orientais (embora também tenha sido utilizada pelos índios da América do Norte), e tem vindo a ser utilizada há mais de 7000 anos. Muito se fala nas suas propriedades medicinais, hoje cada vez mais, um pouco por todo o mundo, desde o rejuvenescimento, às suas propriedades benéficas a partes específicas do corpo.

 

De qualquer forma, trata-se de um sabor que vale a pena experimentar, dadas as suas múltiplas facetas, ora a lembrar a hortelã, ora com um travo amargo, ora picante como o gengibre.

 

Curiosidades:

- diz-se que a palavra “Ginseng” singnifica “a maravilha do mundo”;

- o seu nome científico “Panax” deriva do grego “Panacea”, que significa “cura tudo”;

- o nome que a tribo dos índios Chippewa dava à planta significa “raiz do homem”, pois a raiz tinha uma forma que lembrava o corpo humano. 

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por Psaharah às 22:24

Cheira a Pão Quente (Pt. 2)

Sexta-feira, 02.01.15

Depois da pequena decepção que foi a primeira tentativa para azer o pão, lá fui eu ao Pingo Doce comrpar o fermento (e, que sorte a minha, estava em promoção!). a princípio, desconfiei do que vi quando abri a lata. Aquele pózinho branco em nada parecia com o fermento granulado de cor cinzenta que sempre vi as pessoas usarem nas massas de pão, mas, com a garantia da minha prima (mais habituada do que eu em fazer pão) de que funcionaria, lá repeti todo o processo de acrescentar o ingrediente novo.

 

Resolvi, desta vez, não criar muitas expectativas.

 

Desta vez, deixei a massa descansar e levedar directamente na forma e tive o cuidado de pré-aquecer o forno.

 

Meia hora depois, o cheirinho bom de pão a assar espalhava-se pela casa. O pão estava pronto e, desta vez, com boa cor e bom tamanho (as quantidades utilizadas foram as mesmas que as do dia anterior).

 

Após ter arrefecido, cortar as fatias foi muito mais fácil e, acompanhado de creme de queijo Philadelphia e dividido entre amigos, foi um manjar.

 

No dia seguinte, utilizei a farinha restante, à qual adicionei farinha de trigo para fazer render a massa.

 

Posso dizer que à terceira foi a vez e acho que as fotos podem falar por mim.


 

 

Desta experiência, ficará para sempre o lembrete da importância do fermento e do forno pré-aquecido. Resta-me apenas conseguir com que a base não fique queimada. As próximas tentativas dirão.

 

Com muito orgulho, desenformei o pão e servi o jantar. Tal como nos dias anteriores, com queijo Philadelphia e chá de camomila.

 

 

 

 

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por Psaharah às 13:01

Cheira a Pão Quente (Pt. 1)

Quinta-feira, 01.01.15

Existe coisa melhor que que o cheirinho a pão acabado de fazer a espalhar-se pela casa? Com este pensamento em mente, resolvi, certo dia, desvendar os mistérios do pão. E, se querem que o diga, não são poucos.

 

Tudo começa na escolha da farinha. Para uma primeira tentativa, escolhi a farinha para pão de brioche do Continente, à qual deve-se acrescentar apenas água e óleo vegeta, (pelo menos segundo as instruções da embalagem). Guiando-me pela lógica das farinhas de bolo com as mesmas instruções, não me preocupei com mais nada. Afinal, se seguisse tudo à risca, o que poderia correr mal?

 

Chegando a casa, preparei tudo para começar. Decidi fazer apenas metade da receita, em nome da primeira vez, de modo a fazer correcções nas tentativas seguintes. Misturados os ingredientes e amassada a massa, deixei-a a repousar durante o tempo indicado.

 

Escusado será dizer que, durante esse tempo, a expectativa apenas cresce à medida que os minutos vão passando. Na minha imaginação, iria encontrar uma bola de massa com duas vezes o tamanho original, fofa, pronta para a forma.. Tic tac, tic tac, passados os 60 minutos, lá fui eu toda contente destapar a tigela, apenas para encontrar uma bola com exactamente o mesmo tamanho...

 

É claro! faltou o femenrto... estúpidas instruções. Mas, como não vale chorar pelo leite derramado, aqueci o forno e coloquei dentro a forma, ainda com a esperançazinha  de que poderia crescer durante a assadura, mas em vão. Em massa onde não há fermento, não há crescimento. Portanto, tive que me contentar com um pseudo-pão de forma leigeiramente maior do que uma carcaça e ligeiramente queimada na base.

 

 

Dando graças aos céus por não ter utilizado toda a farinha, lá fui cortando pequenas fatias, lutando para não se desfazerem por ainda estarem quentes e anotando mentalmente o que corrigir no dia seguinte. Apesar disso, o sabor lá estava e, se acham que o pão de brioche dos supermercados sabe bem, imaginem o caseiro, saido do forno, com a manteira a derreter-se toda...

 

Perfeitamente acompanhadp de uma chávena de chá de camomila.

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por Psaharah às 15:20







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