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Pasteleira amadora desbrava a cozinha e sonha com uma faca de Chef...
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Depois da pequena decepção que foi a primeira tentativa para azer o pão, lá fui eu ao Pingo Doce comrpar o fermento (e, que sorte a minha, estava em promoção!). a princípio, desconfiei do que vi quando abri a lata. Aquele pózinho branco em nada parecia com o fermento granulado de cor cinzenta que sempre vi as pessoas usarem nas massas de pão, mas, com a garantia da minha prima (mais habituada do que eu em fazer pão) de que funcionaria, lá repeti todo o processo de acrescentar o ingrediente novo.
Resolvi, desta vez, não criar muitas expectativas.
Desta vez, deixei a massa descansar e levedar directamente na forma e tive o cuidado de pré-aquecer o forno.
Meia hora depois, o cheirinho bom de pão a assar espalhava-se pela casa. O pão estava pronto e, desta vez, com boa cor e bom tamanho (as quantidades utilizadas foram as mesmas que as do dia anterior).
Após ter arrefecido, cortar as fatias foi muito mais fácil e, acompanhado de creme de queijo Philadelphia e dividido entre amigos, foi um manjar.
No dia seguinte, utilizei a farinha restante, à qual adicionei farinha de trigo para fazer render a massa.
Posso dizer que à terceira foi a vez e acho que as fotos podem falar por mim.
Desta experiência, ficará para sempre o lembrete da importância do fermento e do forno pré-aquecido. Resta-me apenas conseguir com que a base não fique queimada. As próximas tentativas dirão.
Com muito orgulho, desenformei o pão e servi o jantar. Tal como nos dias anteriores, com queijo Philadelphia e chá de camomila.