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Pasteleira amadora desbrava a cozinha e sonha com uma faca de Chef...
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Um dos aspectos mais fixes da culinária é que permite criar um laço intergeracional. As típicas receitas da avó, que por sua vez aprenceu a cozinhar com a avó são autênticos pequenos tesouros de família. Além disso, os momentos em que essa aprendizagem se dão são tão imperceptíveis quanto aprender a andar. Lembro-me de marcos, em que aprendi a fazer certos pratos, é claro, mas há coisas que são para mim hoje tão naturais que já nem me lembro de quando foram assimiladas.
Como a quantidade ideal de sal, ou quantos dentes de alho devo adicionar ao tempero da carne...
Mas este post é, sobretudo, acerca dos marcos: aqueles momentos em que me disseram "hoje vais aprender a fazer isto", ou quando eu mesma pedi que me ensinassem.
Há coisa de umas semanas, pedi à minha mãe que me ensinasse e às minhas amigas como se faz massa de pão/pizza. Já tinha acompanhado o processo várias vezes, mas queria uma sessão mesmo de "isto é assim, porque..." e de "se fizerem assim, o resultado será aquele...".
Portanto, deixo aqui o relato fotográfico desta experiência:
2. Um sorriso para a câmara
(Desculpem pela foto desfocada).
3. De seguida foi o momento de preparar os pães ^_^
4. O resultado final: pão de queijo
5. O resultado final: Pão de Chouriço:
6. Caras felizes e uma excelente tarde entre amigas:
Special thanks to: as minhas abelhinhas e a minha Abelha Rainha <3 .
Depois da pequena decepção que foi a primeira tentativa para azer o pão, lá fui eu ao Pingo Doce comrpar o fermento (e, que sorte a minha, estava em promoção!). a princípio, desconfiei do que vi quando abri a lata. Aquele pózinho branco em nada parecia com o fermento granulado de cor cinzenta que sempre vi as pessoas usarem nas massas de pão, mas, com a garantia da minha prima (mais habituada do que eu em fazer pão) de que funcionaria, lá repeti todo o processo de acrescentar o ingrediente novo.
Resolvi, desta vez, não criar muitas expectativas.
Desta vez, deixei a massa descansar e levedar directamente na forma e tive o cuidado de pré-aquecer o forno.
Meia hora depois, o cheirinho bom de pão a assar espalhava-se pela casa. O pão estava pronto e, desta vez, com boa cor e bom tamanho (as quantidades utilizadas foram as mesmas que as do dia anterior).
Após ter arrefecido, cortar as fatias foi muito mais fácil e, acompanhado de creme de queijo Philadelphia e dividido entre amigos, foi um manjar.
No dia seguinte, utilizei a farinha restante, à qual adicionei farinha de trigo para fazer render a massa.
Posso dizer que à terceira foi a vez e acho que as fotos podem falar por mim.
Desta experiência, ficará para sempre o lembrete da importância do fermento e do forno pré-aquecido. Resta-me apenas conseguir com que a base não fique queimada. As próximas tentativas dirão.
Com muito orgulho, desenformei o pão e servi o jantar. Tal como nos dias anteriores, com queijo Philadelphia e chá de camomila.